segunda-feira, 13 de junho de 2011

Amigas




Um ano se passou. Muito tempo para alguns. Pouco tempo para outros. Muita coisa mudou nesse longo, curto tempo. Minha vida e das pessoas próximas a mim, mudaram completamente. Algumas mudanças boas. Outras nem tão boas assim. O maior problema e que essas mudanças distanciaram pessoas. Caminhos diferentes. Sinto saudade. Muita saudade. A um ano atrás, estávamos todas juntas. O quarteto fantástico. Eu e as minhas amigas. Hoje estamos mais amigas que nunca. Porém, há uma distância entre nós. Fico triste por isso. Fico feliz pela nossa amizade que só cresceu. Estamos todas bem. Cada uma com seus problemas. E com apoio de umas as outras sempre. A saudade está matando. Fazer o que né?! A visa é assim. Amo muito vocês amigas.

Jéssica A. Espindula.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Simples e óbvio



Fecho os olhos, paro no tempo. Sim, paro no tempo, no meu tempo. O coração continua a bater, mas bate por obrigação e não por simples desejo. A muito a vontade se foi. Os passos seguem por rotina, os olhares também. Os sons que são ouvidos são, simplesmente, ouvidos e não mais estudados. Aquele sorriso que antes existia hoje já não passa de um simples posicionar de lábios.
A única coisa que resta são alguns indesejáveis questionamentos. Esses são muitos. Por que me sinto tão vazia quando tudo a minha volta parece tão lotado? Não sei, não sei.
Por que todos aceitam coisas que para mim não passam de bobagens e mentiras? Essa acho que sei a resposta! Muitos se deixam levar facilmente e acabam aceitando mentiras. Essas mentiras acabam sendo ditas com tanta freqüência que se tornam verdades absolutas para quem as diz. Tão simples e tão óbvio. 

Raiane.R.Reinell

O blog!!



Aqui estou mais uma vez pensando no que escrever. Mas, eu nunca consigo escrever sobre o tema no que pensei. Não sei porque. Tudo que eu escrevo sai naturalmente. Simplesmente escrevo. Por exemplo, não era para eu estar escrevendo isso. Porém, sei lá, escrevi. Sou meio complicada com esse negócio de escrever. Tem dias, que escrevo muito. Tem semanas que não escrevo nada. Em um dia um lugar me expira , em outro ele tira a minha concentração. Vai entender. Sou meio confusa. Acho que já deu pra perceber, pelo o que eu escrevo. Pois é, essa sou eu. O blog me ajuda. É uma  forma de demonstrar o que penso e o que sinto. E a cada dia me apaixono mais por isso tudo. Mas então, vou parar com isso e escrever alguma coisa que realmente tem haver como o blog. Esse texto foi só pra descontrair um pouco. Até a próxima.

Jéssica A. Espindula

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Um dia na praia



O céu está azul,
A brisa sopra leve
As ondas vêm,
As ondas vão...
O cenário é belo
Uma história?
Talvez.
O vento,
Este bagunça o cabelo
Não há muito com o que lutar
O balanço das ondas embala a mente
O vento frio inebria o pensar
O sol aquece a pele,
Aquece a alma,
Não há como fugir,
Não há como escapar
Portanto,
Entrego-me.
Caminho de encontro
De encontro ao absoluto
Absoluto iludir
Absoluto pensar,
Absoluto mar.

Raiane.R.Reinell

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Protesto


Temos direitos e obrigações. Fato. A nossas obrigações são lembradas todos os dias. E os nossos direitos? Esse é o problema. Obrigações exigidas  e direitos não cumpridos. Temos direito de liberdade de expressão. Pelo menos na teoria. Na verdade a nossa liberdade de expressão tem que ficar presa em pequenos grupos. Quando a forma de pensar começa a incomodar os poderosos chefões, o direito acaba. Quando o movimento começa a crescer, surgi um problema. O protesto. Ele é visto como um ato de vandalismo na maioria das vezes. Discordo disso. É  isso que querem que todos acreditem, que o protesto é um  ato de vandalismo. Em alguns sim, acontece isso, mas só nos que o objetivo não está realmente traçado. Isso não é motivo para generalizar. Mas então, nesse ponto entra a mídia. Ela é formadora de opiniões, geralmente erradas. Mostram apenas o que querem mostras. No que querem que a população , que não estar à par do acontecimento, pense. Na mídia quem gera a violência são sempre os manifestantes. Esquecem de informar, que quem vem com bombas e armas é a polícia. Porque será que eles esquecem desse detalhe? Manipulação. Acho que antes de começarem a criticar, pesquisem uma fonte segura. Conheçam o movimento. Só assim que saberão  quem realmente está com a razão. E nunca  se esqueçam de lutar pelos seu direitos.


Jéssica A. Espindula.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Morte


Em um momento  tudo acaba. A tristeza  toma conta dos presentes. Quem sabe seja um alivio. E o que encontrar depois? Talvez não  tenha algo a ser encontrado. Muitas pessoas encaram a morte como um sofrimento. E ruim sim, perder quem se ama, porém é algo inevitável e natural. A morte é uma certeza. Para aliviar um pouco a dor da partida, muitos acreditam em uma vida após a morte. Se existe ou não, ninguém pode afirmar. O melhor a se fazer e ver o lado bom da morte. A libertação. O fim de sofrimentos. Uma certeza absoluta. Incontestável. Acredito que ser imortal não seria bom. As pessoas iriam perder tanto tempo, dizendo que teria todo tempo do mundo, e não variam nada. A monotonia tomaria conta. Tédio. E sinceramente, não valeria a pena ser eterno. Ser um simples  visitante já é difícil, imaginem ser um morador. A morte não é algo ruim. Ela é o que nos motiva a viver. Por ela que vivemos. Sem um fim não haveria um começo.

Jéssica A. Espindula.


Diante do Espelho



Antes tudo doía. Lágrimas correram. De frente para o espelho. Vendo minha angústia. Sofrendo em dobro. Mas todo sofrimento um dia acaba.
As lágrimas findaram. Uma nova pessoa surgiu. As angústias permanecem. As dores também. O que muda é a capacidade de compreendê-las, estudá-las e vencê-las.
A pessoa diante do espelho é a mesma. Se reflexo esbanja coragem. Vontade de superar o que precisa ser superado. As válvulas de escape se fazem úteis. As lágrimas, primeiro, reflexo da alma enraivecida e ávida por respostas. E, depois o papel que absorve cada sentimento, cada palavra, dita ou não.
Lágrimas, gritos, murros e palavras passaram. Muitas vezes mais voltarão a passar. A vida é assim, cheia de altos e baixos. Problemas e soluções. Soluções sem problemas. O que vale é a intensidade com a qual se vive o viver. Os mais terríveis sentimentos tendem a se transformar em algo ilusório ou real. Realmente. O sentimento presente é o titubear do corpo, da alma. Movimenta tudo. É original de tudo. É o viver. É a vida. Desejo ardente ou ódio ácido. Viver. só isso. Viver. Sorrindo ou chorando. Apenas viver.

Raiane.R.Reinell